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Mostrando postagens de abril, 2017

ATO

I   Alguns braços tentaram me parar   E eu perseguia as luzes mesmo sem saber que vinha   O vestido  esvoaçante  me detinha   E pelo ar senti um cheiro familiar   Cheiro de quem está há  muito tempo em pé   Ao pé da porta   Teu olhar de espera me livrou das várias mãos que buscavam me prender   Ao enlace de mãos   Ao toque dos dedos   Foi possível ver as nuvens em seus olhos   Havia um caminho  acimentado  e cinzento a percorrer   M uitos rostos  e lágrimas para lavá -los   U ma mão para amparar    E  o banco onde o descanso parecia certo   Os e spinhos   E um estrondo   A cor ficava entre um amarelo vômito e um verde clorofila   Nenhuma corrida cabia   Nenhuma tentativa de não se deixar contaminar   Talvez tuas nuvens tenham feito algo   Talvez fosse m  nosso...