ATO
I Alguns braços tentaram me parar E eu perseguia as luzes mesmo sem saber que vinha O vestido esvoaçante me detinha E pelo ar senti um cheiro familiar Cheiro de quem está há muito tempo em pé Ao pé da porta Teu olhar de espera me livrou das várias mãos que buscavam me prender Ao enlace de mãos Ao toque dos dedos Foi possível ver as nuvens em seus olhos Havia um caminho acimentado e cinzento a percorrer M uitos rostos e lágrimas para lavá -los U ma mão para amparar E o banco onde o descanso parecia certo Os e spinhos E um estrondo A cor ficava entre um amarelo vômito e um verde clorofila Nenhuma corrida cabia Nenhuma tentativa de não se deixar contaminar Talvez tuas nuvens tenham feito algo Talvez fosse m nosso...