[arranjo de eclesiastes ou o pregador 1]

geração vai e geração vem; mas a terra permanece
para sempre
levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar,
onde nasce de novo
o vento vai para o sul
e faz o seu giro para o norte;
volve-se,
e revolve-se,
na sua carreira, e retorna aos seus circuitos
todos os rios correm para o mar,
e o mar
não se enche;
ao lugar para onde correm os rios,
para lá tornam eles a correr
todas as coisas são canseiras tais,
que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver,
nem se enchem os ouvidos de ouvir
o que foi
é o que há de ser;
e o que se fez, isso se tornará a fazer;
nada há,
pois,
novo debaixo do sol
há alguma coisa de que se possa dizer;
vê,
isto é novo?
não!
já foi
nos séculos que foram antes de nós
já não há lembranças
das coisas que precederam; e das coisas posteriores
também não haverá memória
entre os que hão de vir
depois delas

Postagens mais visitadas deste blog

o emergir da língua

ATO

ATO